A política não é lugar de amor, de carinho sincero e despretensioso. É espaço de sentimentos menos nobres, mais vorazes e ferozes. Política é sinônimo de Louca paixão, de ódio, lugar de traição; é uma luta intensa de interesses, sejam eles para o bem comum, sejam para usufruto pessoal, ou então por pura maldade com a finalidade de destruir um adversário. Arma-se uma guerra, em busca da paz. Os mais experientes até demonstram estar com raiva, utilizam as ferramentas do ódio e da paixão, mas é apenas teatro. Fria interpretação. Eles não se deixam envolver emocionalmente na luta. Os únicos sentimentos verdadeiros são as alegrias pelas vitórias e as tristezas pelas perdas e derrotas. Mas isso eles não gostam de admitir!
Ali não há lugar para fracos, inseguros, vacilantes, hesitantes, puros de coração. As jogadas são planejadas com antecedência, mas por vezes é necessário agir rápido, no escuro, apenas com o instinto. Por isso, é comum ver gente experiente realizando ou falando grandes sandices. Mas com o tempo, e a experiência do dia a dia, traz aos jovens políticos a sagacidade e os pelos das velhas raposas. As jogadas de mestre e os infortúnios de outros atores políticos podem até servir como experiência, nunca como modelo a ser seguido. No mundo político um raio somente cai no mesmo lugar, mais de uma vez e com os mesmos efeitos após ser cuidadosamente planejado. Mas calma! A política não é uma ciência exata. Então, nem sempre os métodos utilizados por um, poderá ser copiado para alcançar o mesmo sucesso de seus semelhantes.
Vejamos o caso do deputado federal, Daniel Silveira, que recebeu “A Graça'” do perdão presidencial. Não, não, não! Jair Bolsonaro não morre e nunca morreu de amores pelo reluzente parlamentar. O deputado ganhou o mandato na onda bolsonarista, e mais uma vez o Capitão o ajudou. A graça tornou-se um embate entre Bolsonaro e o sistema que ele entende ser ineficaz. Bolsonaro conhece bem a política e não é o imbecil que a Esquerda o qualifica. Ninguém chega ao cargo mais importante do Brasil sendo um ser sem inteligência. Lembram que o Lula também era qualificado como um imbecil?
A briga contra o supremo não é a guerra, propriamente dita! É apenas um embate, mais um capítulo, uma grande cortina de fumaça, uma distração momentânea, um tiro de festim. Cada ato deste tipo, serve como energia ao batalhão de seguidores do mito. Se for preciso e quando for preciso, o agraciado deputado será descartado feito lixo. Não se trata de maldade do Capitão, é a lógica do sistema. Quem parar para rezar, perderá o milagre.
A democracia é o nosso sistema e parece bem justa quando nosso time ganha. Mas quando o outro lado ganha e quer implantar o que não consideramos razoável? Caso a maioria do povo escolha um governo a favor dos mais ricos, ou da legalização do aborto, ou pela diminuição da maioridade penal, da implantação de banheiros unissex, ou da proibição do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Isso seria justo? A finalidade pode até ser o bem da população, o amor, mas isso na opinião de quem? Bem, a maioria escolheu esse modo de vida, por meio do voto dado a seus escolhidos. Ou … Será que os governos não devem se meter no comportamento individual do cidadão? Imagine um governo que interfira no comportamento individual do cidadão: como deve se vestir, se portar em público e falar. Ah! Isso iria parecer muito com a idade Média. Até onde a mão boba do Estado pode ir além de seu bolso?
A mão boba do estado
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