Terça-feira, Agosto 11, 2026
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Alergias afetam cerca de 30% dos brasileiros e podem atingir metade da população mundial até 2050

As doenças alérgicas já fazem parte da realidade de milhões de pessoas em todo o mundo. Segundo dados da Organização Mundial de Alergia (WAO), cerca de 30% da população mundial convive com algum tipo de alergia. No Brasil, o cenário é semelhante e preocupa especialistas.

Para a presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), Fátima Rodrigues Fernandes, o número de pessoas afetadas é tão expressivo que representa “um país dentro de outro”.

As alergias são provocadas por alterações no sistema imunológico, que passa a reagir de forma exagerada a determinados estímulos, causando processos inflamatórios e diversos sintomas que podem comprometer a qualidade de vida.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que, até 2050, metade da população mundial poderá apresentar algum tipo de alergia. Entre os fatores associados a esse crescimento estão as mudanças climáticas, que favorecem a maior exposição a agentes alergênicos.

Principais alergias no Brasil

A rinite alérgica é uma das doenças mais comuns, afetando aproximadamente 30% da população brasileira. Entre as crianças, a prevalência chega a 26%, enquanto entre os adolescentes alcança 30%, segundo dados do Estudo Internacional de Asma e Alergias na Infância (ISSAC).

Outra condição frequente é a asma alérgica, presente em cerca de 20% dos brasileiros. No mundo, a doença afeta aproximadamente 260 milhões de pessoas e está relacionada a mais de 450 mil mortes por ano. Entre os principais sintomas estão falta de ar, chiado no peito, tosse, sensação de cansaço e desconforto torácico.

A dermatite atópica também merece atenção. A doença crônica da pele afeta principalmente crianças, atingindo cerca de 20% delas, sendo que aproximadamente 5% apresentam formas mais graves. A condição costuma surgir ainda no primeiro ano de vida e pode provocar intensa coceira, lesões cutâneas e impactos emocionais, como ansiedade e depressão.

Semana Mundial da Alergia reforça importância do diagnóstico

Entre os dias 21 e 27 de junho, a WAO promove a Semana Mundial da Alergia. No Brasil, a campanha é coordenada pela ASBAI e tem como tema “Cuidado com a Alergia é Cuidado Essencial”.

A iniciativa busca conscientizar a população sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado das doenças alérgicas.

Segundo Fátima Fernandes, muitas pessoas convivem com sintomas sem perceber que eles indicam uma doença. É o caso da rinite alérgica, caracterizada por espirros frequentes, coriza, coceira no nariz e nos olhos e obstrução nasal persistente.

“Muitos pacientes acreditam que esses sintomas fazem parte da rotina e acabam se acostumando com eles. Mas, com acompanhamento adequado, é possível ter uma qualidade de vida muito melhor”, destaca.

Inverno exige atenção redobrada

Com a chegada do inverno no Hemisfério Sul, aumentam os casos de doenças respiratórias e as crises alérgicas. Os especialistas recomendam que pessoas com sintomas recorrentes procurem avaliação médica, preferencialmente com alergistas ou imunologistas.

Embora muitas alergias tenham origem genética e não possuam cura definitiva, elas podem ser controladas. O primeiro passo é identificar o agente causador da reação e iniciar o tratamento adequado.

O diagnóstico pode ser realizado por meio de testes cutâneos ou exames de sangue, que ajudam a identificar os alérgenos responsáveis pelos sintomas.

Cuidado envolve toda a família

Além das alergias respiratórias, especialistas alertam para os riscos das alergias alimentares, urticárias e dermatites, que também podem evoluir para quadros graves quando não tratadas.

Como a predisposição às alergias costuma ser hereditária, a ASBAI reforça que o cuidado deve envolver toda a família. Muitas vezes, os responsáveis concentram atenção na criança alérgica e acabam negligenciando sintomas apresentados por outros membros da casa.

Orientações para uma melhor qualidade de vida

A ASBAI destaca algumas recomendações importantes:

  • O diagnóstico é o primeiro passo para o controle da doença e prevenção de crises graves;
  • Tosse persistente, espirros frequentes, coceira na pele e falta de ar não devem ser considerados normais;
  • Alergia é uma condição médica séria e exige acompanhamento profissional;
  • Receitas caseiras sem comprovação científica podem representar riscos à saúde;
  • O tratamento inclui não apenas medicamentos, mas também cuidados com o ambiente doméstico, reduzindo a presença de poeira, mofo e ácaros.

Com diagnóstico correto e tratamento adequado, a maioria dos pacientes consegue controlar os sintomas e levar uma vida normal, com mais conforto e qualidade de vida.

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Alergias afetam cerca de 30% dos brasileiros e podem atingir metade da população mundial até 2050

As doenças alérgicas já fazem parte da realidade de milhões de pessoas em todo o mundo. Segundo dados da Organização Mundial de Alergia (WAO), cerca de 30% da população mundial convive com algum tipo de alergia. No Brasil, o cenário é semelhante e preocupa especialistas.

Para a presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), Fátima Rodrigues Fernandes, o número de pessoas afetadas é tão expressivo que representa “um país dentro de outro”.

As alergias são provocadas por alterações no sistema imunológico, que passa a reagir de forma exagerada a determinados estímulos, causando processos inflamatórios e diversos sintomas que podem comprometer a qualidade de vida.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que, até 2050, metade da população mundial poderá apresentar algum tipo de alergia. Entre os fatores associados a esse crescimento estão as mudanças climáticas, que favorecem a maior exposição a agentes alergênicos.

Principais alergias no Brasil

A rinite alérgica é uma das doenças mais comuns, afetando aproximadamente 30% da população brasileira. Entre as crianças, a prevalência chega a 26%, enquanto entre os adolescentes alcança 30%, segundo dados do Estudo Internacional de Asma e Alergias na Infância (ISSAC).

Outra condição frequente é a asma alérgica, presente em cerca de 20% dos brasileiros. No mundo, a doença afeta aproximadamente 260 milhões de pessoas e está relacionada a mais de 450 mil mortes por ano. Entre os principais sintomas estão falta de ar, chiado no peito, tosse, sensação de cansaço e desconforto torácico.

A dermatite atópica também merece atenção. A doença crônica da pele afeta principalmente crianças, atingindo cerca de 20% delas, sendo que aproximadamente 5% apresentam formas mais graves. A condição costuma surgir ainda no primeiro ano de vida e pode provocar intensa coceira, lesões cutâneas e impactos emocionais, como ansiedade e depressão.

Semana Mundial da Alergia reforça importância do diagnóstico

Entre os dias 21 e 27 de junho, a WAO promove a Semana Mundial da Alergia. No Brasil, a campanha é coordenada pela ASBAI e tem como tema “Cuidado com a Alergia é Cuidado Essencial”.

A iniciativa busca conscientizar a população sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado das doenças alérgicas.

Segundo Fátima Fernandes, muitas pessoas convivem com sintomas sem perceber que eles indicam uma doença. É o caso da rinite alérgica, caracterizada por espirros frequentes, coriza, coceira no nariz e nos olhos e obstrução nasal persistente.

“Muitos pacientes acreditam que esses sintomas fazem parte da rotina e acabam se acostumando com eles. Mas, com acompanhamento adequado, é possível ter uma qualidade de vida muito melhor”, destaca.

Inverno exige atenção redobrada

Com a chegada do inverno no Hemisfério Sul, aumentam os casos de doenças respiratórias e as crises alérgicas. Os especialistas recomendam que pessoas com sintomas recorrentes procurem avaliação médica, preferencialmente com alergistas ou imunologistas.

Embora muitas alergias tenham origem genética e não possuam cura definitiva, elas podem ser controladas. O primeiro passo é identificar o agente causador da reação e iniciar o tratamento adequado.

O diagnóstico pode ser realizado por meio de testes cutâneos ou exames de sangue, que ajudam a identificar os alérgenos responsáveis pelos sintomas.

Cuidado envolve toda a família

Além das alergias respiratórias, especialistas alertam para os riscos das alergias alimentares, urticárias e dermatites, que também podem evoluir para quadros graves quando não tratadas.

Como a predisposição às alergias costuma ser hereditária, a ASBAI reforça que o cuidado deve envolver toda a família. Muitas vezes, os responsáveis concentram atenção na criança alérgica e acabam negligenciando sintomas apresentados por outros membros da casa.

Orientações para uma melhor qualidade de vida

A ASBAI destaca algumas recomendações importantes:

  • O diagnóstico é o primeiro passo para o controle da doença e prevenção de crises graves;
  • Tosse persistente, espirros frequentes, coceira na pele e falta de ar não devem ser considerados normais;
  • Alergia é uma condição médica séria e exige acompanhamento profissional;
  • Receitas caseiras sem comprovação científica podem representar riscos à saúde;
  • O tratamento inclui não apenas medicamentos, mas também cuidados com o ambiente doméstico, reduzindo a presença de poeira, mofo e ácaros.

Com diagnóstico correto e tratamento adequado, a maioria dos pacientes consegue controlar os sintomas e levar uma vida normal, com mais conforto e qualidade de vida.

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Alergias afetam cerca de 30% dos brasileiros e podem atingir metade da população mundial até 2050

As doenças alérgicas já fazem parte da realidade de milhões de pessoas em todo o mundo. Segundo dados da Organização Mundial de Alergia (WAO), cerca de 30% da população mundial convive com algum tipo de alergia. No Brasil, o cenário é semelhante e preocupa especialistas.

Para a presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), Fátima Rodrigues Fernandes, o número de pessoas afetadas é tão expressivo que representa “um país dentro de outro”.

As alergias são provocadas por alterações no sistema imunológico, que passa a reagir de forma exagerada a determinados estímulos, causando processos inflamatórios e diversos sintomas que podem comprometer a qualidade de vida.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que, até 2050, metade da população mundial poderá apresentar algum tipo de alergia. Entre os fatores associados a esse crescimento estão as mudanças climáticas, que favorecem a maior exposição a agentes alergênicos.

Principais alergias no Brasil

A rinite alérgica é uma das doenças mais comuns, afetando aproximadamente 30% da população brasileira. Entre as crianças, a prevalência chega a 26%, enquanto entre os adolescentes alcança 30%, segundo dados do Estudo Internacional de Asma e Alergias na Infância (ISSAC).

Outra condição frequente é a asma alérgica, presente em cerca de 20% dos brasileiros. No mundo, a doença afeta aproximadamente 260 milhões de pessoas e está relacionada a mais de 450 mil mortes por ano. Entre os principais sintomas estão falta de ar, chiado no peito, tosse, sensação de cansaço e desconforto torácico.

A dermatite atópica também merece atenção. A doença crônica da pele afeta principalmente crianças, atingindo cerca de 20% delas, sendo que aproximadamente 5% apresentam formas mais graves. A condição costuma surgir ainda no primeiro ano de vida e pode provocar intensa coceira, lesões cutâneas e impactos emocionais, como ansiedade e depressão.

Semana Mundial da Alergia reforça importância do diagnóstico

Entre os dias 21 e 27 de junho, a WAO promove a Semana Mundial da Alergia. No Brasil, a campanha é coordenada pela ASBAI e tem como tema “Cuidado com a Alergia é Cuidado Essencial”.

A iniciativa busca conscientizar a população sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado das doenças alérgicas.

Segundo Fátima Fernandes, muitas pessoas convivem com sintomas sem perceber que eles indicam uma doença. É o caso da rinite alérgica, caracterizada por espirros frequentes, coriza, coceira no nariz e nos olhos e obstrução nasal persistente.

“Muitos pacientes acreditam que esses sintomas fazem parte da rotina e acabam se acostumando com eles. Mas, com acompanhamento adequado, é possível ter uma qualidade de vida muito melhor”, destaca.

Inverno exige atenção redobrada

Com a chegada do inverno no Hemisfério Sul, aumentam os casos de doenças respiratórias e as crises alérgicas. Os especialistas recomendam que pessoas com sintomas recorrentes procurem avaliação médica, preferencialmente com alergistas ou imunologistas.

Embora muitas alergias tenham origem genética e não possuam cura definitiva, elas podem ser controladas. O primeiro passo é identificar o agente causador da reação e iniciar o tratamento adequado.

O diagnóstico pode ser realizado por meio de testes cutâneos ou exames de sangue, que ajudam a identificar os alérgenos responsáveis pelos sintomas.

Cuidado envolve toda a família

Além das alergias respiratórias, especialistas alertam para os riscos das alergias alimentares, urticárias e dermatites, que também podem evoluir para quadros graves quando não tratadas.

Como a predisposição às alergias costuma ser hereditária, a ASBAI reforça que o cuidado deve envolver toda a família. Muitas vezes, os responsáveis concentram atenção na criança alérgica e acabam negligenciando sintomas apresentados por outros membros da casa.

Orientações para uma melhor qualidade de vida

A ASBAI destaca algumas recomendações importantes:

  • O diagnóstico é o primeiro passo para o controle da doença e prevenção de crises graves;
  • Tosse persistente, espirros frequentes, coceira na pele e falta de ar não devem ser considerados normais;
  • Alergia é uma condição médica séria e exige acompanhamento profissional;
  • Receitas caseiras sem comprovação científica podem representar riscos à saúde;
  • O tratamento inclui não apenas medicamentos, mas também cuidados com o ambiente doméstico, reduzindo a presença de poeira, mofo e ácaros.

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