Quinta-feira, Agosto 20, 2026
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EPG Glorinha Pimentel promove circuito indígena com representantes da etnia Wassú

Na terça-feira (18), a EPG Glorinha Pimentel, em Cumbica, recebeu representantes da etnia Wassú para uma vivência cultural com os estudantes do ensino fundamental. O circuito indígena contemplou diferentes experiências e possibilidades de aprendizagem, como palestra e diálogo sobre a cultura indígena, brincadeiras tradicionais, dança e pintura. A proposta aproximou os estudantes dos conhecimentos, saberes, expressões culturais e modos de vida dos povos originários, e possibilitou aprendizagens significativas sobre respeito e diversidade.

 

De acordo com a gestão da escola, ações como essa contribuem para desmistificar paradigmas e estereótipos que, muitas vezes, apresentam uma visão limitada ou distorcida sobre os povos originários. Nesse contexto, o contato com representantes da etnia Wassú possibilitou a compreensão de que a cultura indígena é diversa, viva, dinâmica e presente na sociedade contemporânea, rompendo com a ideia equivocada de que os indígenas pertencem apenas ao passado.

 

“Trazer esta temática para a escola é uma experiência encantadora e potente, pois permite que nossos estudantes ampliem seus conhecimentos, valorizem a diversidade cultural e reconheçam a importância dos povos originários na construção da história e da identidade brasileira”, explicou a coordenadora pedagógica, Ione Rodrigues.

Guarus e Maramomis

 

O encontro com os Wassú ressaltou, ainda, que a própria história de Guarulhos está relacionada à presença indígena. A região foi habitada por povos originários, entre eles os Guarus e Maramomis, cuja presença faz parte da memória e da história do território. O nome Guarulhos possui relação com essa presença indígena, o que reforça a importância de conhecer e valorizar as raízes dos povos que contribuíram para a constituição histórica da região.

 

Esta presença indígena não pertence somente ao passado. Na região do Cabuçu, em Guarulhos, existe a Aldeia Multiétnica Filhos Dessa Terra, onde os Wassú vivem com outras oito etnias. Isso evidencia que os povos originários continuam presentes no território e fazem parte da realidade contemporânea do município.

Educação antirracista e plural

 

A visita dos Wassú à EPG Glorinha Pimentel é resultado da aproximação dos educadores da unidade escolar com as vivências da aldeia no Cabuçu. Em abril de 2025, gestores, professores e estagiários de apoio à inclusão da escola visitaram a reserva, um mergulho na sabedoria ancestral, nas tradições e modos de vida do povo Wassú que fortaleceu o compromisso com uma educação antirracista e plural.

“Agora, a aproximação dos estudantes com a história local e as comunidades indígenas possibilita a compreensão de que falar sobre os povos indígenas é também falar sobre o lugar onde vivemos, nossa história e nossa identidade enquanto comunidade”, explicou Ione.

 

O circuito indígena representou uma oportunidade de fortalecer uma educação que valoriza a diversidade, combate preconceitos e amplia o olhar dos estudantes para a riqueza dos povos originários e para sua presença e contribuição na sociedade atual. A ação, pautada no Agosto Indígena 2026 e alinhada à Lei nº 11.645/2008, que estabelece o ensino da história e da cultura indígena e afro-brasileira, tem relação com os princípios e objetivos previstos no Projeto Político-Pedagógico (PPP) da unidade.

 

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De acordo com a gestão da escola, ações como essa contribuem para desmistificar paradigmas e estereótipos que, muitas vezes, apresentam uma visão limitada ou distorcida sobre os povos originários. Nesse contexto, o contato com representantes da etnia Wassú possibilitou a compreensão de que a cultura indígena é diversa, viva, dinâmica e presente na sociedade contemporânea, rompendo com a ideia equivocada de que os indígenas pertencem apenas ao passado.

 

“Trazer esta temática para a escola é uma experiência encantadora e potente, pois permite que nossos estudantes ampliem seus conhecimentos, valorizem a diversidade cultural e reconheçam a importância dos povos originários na construção da história e da identidade brasileira”, explicou a coordenadora pedagógica, Ione Rodrigues.

Guarus e Maramomis

 

O encontro com os Wassú ressaltou, ainda, que a própria história de Guarulhos está relacionada à presença indígena. A região foi habitada por povos originários, entre eles os Guarus e Maramomis, cuja presença faz parte da memória e da história do território. O nome Guarulhos possui relação com essa presença indígena, o que reforça a importância de conhecer e valorizar as raízes dos povos que contribuíram para a constituição histórica da região.

 

Esta presença indígena não pertence somente ao passado. Na região do Cabuçu, em Guarulhos, existe a Aldeia Multiétnica Filhos Dessa Terra, onde os Wassú vivem com outras oito etnias. Isso evidencia que os povos originários continuam presentes no território e fazem parte da realidade contemporânea do município.

Educação antirracista e plural

 

A visita dos Wassú à EPG Glorinha Pimentel é resultado da aproximação dos educadores da unidade escolar com as vivências da aldeia no Cabuçu. Em abril de 2025, gestores, professores e estagiários de apoio à inclusão da escola visitaram a reserva, um mergulho na sabedoria ancestral, nas tradições e modos de vida do povo Wassú que fortaleceu o compromisso com uma educação antirracista e plural.

“Agora, a aproximação dos estudantes com a história local e as comunidades indígenas possibilita a compreensão de que falar sobre os povos indígenas é também falar sobre o lugar onde vivemos, nossa história e nossa identidade enquanto comunidade”, explicou Ione.

 

O circuito indígena representou uma oportunidade de fortalecer uma educação que valoriza a diversidade, combate preconceitos e amplia o olhar dos estudantes para a riqueza dos povos originários e para sua presença e contribuição na sociedade atual. A ação, pautada no Agosto Indígena 2026 e alinhada à Lei nº 11.645/2008, que estabelece o ensino da história e da cultura indígena e afro-brasileira, tem relação com os princípios e objetivos previstos no Projeto Político-Pedagógico (PPP) da unidade.

 

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De acordo com a gestão da escola, ações como essa contribuem para desmistificar paradigmas e estereótipos que, muitas vezes, apresentam uma visão limitada ou distorcida sobre os povos originários. Nesse contexto, o contato com representantes da etnia Wassú possibilitou a compreensão de que a cultura indígena é diversa, viva, dinâmica e presente na sociedade contemporânea, rompendo com a ideia equivocada de que os indígenas pertencem apenas ao passado.

 

“Trazer esta temática para a escola é uma experiência encantadora e potente, pois permite que nossos estudantes ampliem seus conhecimentos, valorizem a diversidade cultural e reconheçam a importância dos povos originários na construção da história e da identidade brasileira”, explicou a coordenadora pedagógica, Ione Rodrigues.

Guarus e Maramomis

 

O encontro com os Wassú ressaltou, ainda, que a própria história de Guarulhos está relacionada à presença indígena. A região foi habitada por povos originários, entre eles os Guarus e Maramomis, cuja presença faz parte da memória e da história do território. O nome Guarulhos possui relação com essa presença indígena, o que reforça a importância de conhecer e valorizar as raízes dos povos que contribuíram para a constituição histórica da região.

 

Esta presença indígena não pertence somente ao passado. Na região do Cabuçu, em Guarulhos, existe a Aldeia Multiétnica Filhos Dessa Terra, onde os Wassú vivem com outras oito etnias. Isso evidencia que os povos originários continuam presentes no território e fazem parte da realidade contemporânea do município.

Educação antirracista e plural

 

A visita dos Wassú à EPG Glorinha Pimentel é resultado da aproximação dos educadores da unidade escolar com as vivências da aldeia no Cabuçu. Em abril de 2025, gestores, professores e estagiários de apoio à inclusão da escola visitaram a reserva, um mergulho na sabedoria ancestral, nas tradições e modos de vida do povo Wassú que fortaleceu o compromisso com uma educação antirracista e plural.

“Agora, a aproximação dos estudantes com a história local e as comunidades indígenas possibilita a compreensão de que falar sobre os povos indígenas é também falar sobre o lugar onde vivemos, nossa história e nossa identidade enquanto comunidade”, explicou Ione.

 

O circuito indígena representou uma oportunidade de fortalecer uma educação que valoriza a diversidade, combate preconceitos e amplia o olhar dos estudantes para a riqueza dos povos originários e para sua presença e contribuição na sociedade atual. A ação, pautada no Agosto Indígena 2026 e alinhada à Lei nº 11.645/2008, que estabelece o ensino da história e da cultura indígena e afro-brasileira, tem relação com os princípios e objetivos previstos no Projeto Político-Pedagógico (PPP) da unidade.

 

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