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Fuzis feitos em fábricas clandestinas de SP e MG abastecem o Comando Vermelho no Rio

Após megaoperação no Rio que apreendeu cerca de 91 armas de alta precisão; o Fantástico teve acesso à investigação que revela uma nova e sofisticada fonte de arsenal a facção.

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A Polícia do Rio de Janeiro realizou a maior apreensão de fuzis em uma única operação em favelas: foram ao menos 91 armas. Estes armamentos, encontrados na megaoperação contra o Comando Vermelho (CV) no Complexo do Alemão, são de calibres capazes de perfurar coletes à prova de balas ou até mesmo paredes. Muitos desses fuzis chegam ao Brasil via fronteira com o Paraguai ou pela Amazônia.

No entanto, a investigação revela uma nova e sofisticada fonte de arsenal: um esquema de fábricas clandestinas em Minas Gerais e em São Paulo, que alimenta o arsenal do Comando Vermelho. Imagens inéditas obtidas pelo Fantástico mostram como funcionava essa complexa rede.

Pelo menos uma vez por mês, segundo a PF, Rafael Xavier do Nascimento transportava fuzis de São Paulo para o Complexo do Alemão, comunidades da Zona Norte do Rio e áreas de milícias. Ele foi preso em flagrante com 13 fuzis na Via Dutra.

A investigação da Delegacia de Repressão a Drogas da Polícia Federal também encontrou no telefone de Rafael uma série de mensagens trocadas com o destinatário das armas de guerra

As armas eram produzidas em Santa Bárbara d’Oeste, no interior paulista. A fábrica utilizava pelo menos 11 equipamentos industriais de precisão, como tornos e fresadores. No local, a PF apreendeu cerca de 150 fuzis prontos, além de mais de 30 mil peças. A linha de montagem tem capacidade para fabricar até 3.500 fuzis por ano.

FONTE G1

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