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Universidade e alunos promovem ato contra a violência à mulher e feminicídio, nesta segunda-feira (23)

 

Mobilização inclui exposição do projeto Cadeira Vazia e caminhada para reforçar o combate à violência contra a mulher

Nesta segunda-feira (23), a Universidade Guarulhos (UNG) promove um ato de conscientização sobre a violência contra às mulheres e o feminicídio. A concentração ocorre a partir das 18h, em frente à Catedral Diocesana Nossa Senhora da Conceição – Igreja Matriz -, no Centro da cidade.

A iniciativa tem o apoio da Diocese e Coren de Guarulhos, além de contar com a participação e o engajamento dos estudantes, por meio das ligas acadêmicas, professores, autoridades municipais, religiosos e sociedade civil. De acordo com o reitor da UNG, Yuri Neiman, a Universidade é um espaço de promoção de conhecimento e, por isso, tem o dever de promover debates e reflexões que contribuam para o enfrentamento à violência contra as mulheres.“Este ato é um chamamento para reflexão de forma que possamos, juntos, dizer basta à violência doméstica e ao feminicídio. Cabe a todos os segmentos e à academia disseminarem a cultura de paz e denunciar”, destaca.

A mobilização tem o objetivo de sensibilizar a população sobre a necessidade de combater à violência contra as mulheres. De acordo com dados do Mapa da Violência Contra as Mulheres do município de Guarulhos, produzido pela subsecretaria de Políticas para as Mulheres, somente no primeiro semestre de 2025 foram registrados 3.145 crimes contra as mulheres. Entre eles, tentativas e atos consumados de homicídios e feminicídio, violência doméstica, estupro, calúnias, violação de domicílio, entre outros.

Durante o ato também há a exposição de cadeiras vermelhas vazias, em frente à Igreja Matriz. Elas fazem parte do projeto “Cadeira Vazia”, da Universidade e da Companhia Ser Educacional – mantenedora da Instituição de Ensino Superior. As peças simbolizam a ausência de mulheres que poderiam estar em sala de aula e buscando seus sonhos, mas, devido ao feminicídio, tiveram suas trajetórias interrompidas.

A programação também inclui uma marcha que segue pela Ladeira Campos Sales, em direção à entrada da Universidade, na Rua Soldado Brasílio Pinto de Almeida. Como forma simbólica de conscientização, os participantes do ato podem vestir camisetas vermelhas ou pretas em referência às mulheres vítimas da violência. Ao longo do percurso, estudantes carregam cartazes com dados sobre casos de feminicídio e mensagens sobre o tema para informar e sensibilizar, reforçando a importância do engajamento coletivo nessa luta.

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